VIVER ENFERMAGEM EM CUIDADOS INTENSIVOS

quinta-feira, 22 de junho de 2017

CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DAS CONVULSÕES




CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DAS CONVULSÕES








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terça-feira, 20 de junho de 2017

CÁLCULO DA SUPERFÍCIE CORPORAL QUEIMADA - REGRA DE LUND BROWDER






CÁLCULO DA SUPERFÍCIE CORPORAL QUEIMADA - REGRA DE LUND BROWDER


Adaptado de: http://www.misodor.com/QUEIMADURAS.html





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terça-feira, 13 de junho de 2017

ÍNDICE DE DESMAME VENTILATÓRIO





IDV
ÍNDICE DE DESMAME VENTILATÓRIO FERRARI-TADINI





ADAPTADO DE: http://www.medicinaintensiva.com.br/idv-informacoes.htm







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terça-feira, 6 de junho de 2017

PLANO DE TRABALHO DO TURNO





GUIA ORIENTADOR/PLANO DE TRABALHO DO TURNO










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domingo, 4 de junho de 2017

PASSAGEM DE TURNO






PASSAGEM DE TURNO












É um momento de partilha de informação entre quem cuidou e quem vai cuidar de modo a garantir que toda a informação importante para garantir a continuidade de tratamento e a segurança dos cuidados.


Esta passagem de informação deve ser sistematizada, deve ser abrangente incluindo aspectos gerais e particulares dos cuidados.



Em cada unidade existem linhas de conduta relativamente a esta passagem da informação, cada serviço/unidade tem as suas rotinas. Em algumas unidades a passagem de turno faz-se a dois tempos. Num primeiro tempo é feita em geral para todos e num segundo momento em particular na unidade/box do doente, ou então ao contrário, particulares primeiro e no geral para todos depois. Independentemente da metodologia o essêncial é garantir que a informação importante é passada, compreendida e aprendida.

Factores dificultadores da passagem de turno

  • De um modo geral no fim do turno as pessoas estão já cansadas e com ansia de sair pelo que por vezes pode suceder que alguma informação possa ser omitida/suprimida, bem como conversas paralelas que são normais existirem nestes contextos e que poderão desviar do foco essencial. 
  • Poderá ocorrer também falta de poder de síntese para ir directo ao que é verdadeiramente importante pelo que por vezes as pessoas acabam por desligar do que estão a ouvir.
  • Excesso de pormenores e tempo em demasia para passar um doente tornam por vezes este momento um verdadeiro calvário...
  • A boa disposição é importante existir no local de trabalho mas não pode ser a causa do descurar de alguma informação.



A passagem de Informação deve ser

  • Concisa, sintética qb mas deve-se garantir que o importante é passado.
  • Pormenores que já nada ou pouco têm a ver com o momento actual devem ser suprimidos.

Uma espécie de guia

Orientar a passagem do turno numa linha temporal, do início ao fim do turno tendo em conta:

  • Consciência, orientação;
  • Capacidade de cooperar nos cuidados;
  • Referencia a presença de dor; 
  • Referencia a funções vitais caso se justifique;
  • Drogas de suporte
  • Cuidados prestados e tipo de colaboração/reacção aos mesmos;
  • Referencia à alimentação; 
  • Exames complementares de diagnóstico;
  • Relato de intercorrencias;
  • Presença de família;
  • Necessidades Religiosas
  • Como ficou


Exemplo prático de uma passagem de turno de um doente numa UCI





PASSAGEM GERAL (PARA TODOS)

O Sr. X da cama 11, mantém-se sedo-analgesiado com Propofol e Remifentanil
Conectado e adaptado ao ventilador em VC
Mantém perfil hipotenso e traçado ECG irregular com FA. Tem suporte de Nora e Perfusão de amiodarona
Fez ECO cardíaca que revelou insuficiencia mitral e foi à TAC fazer TAC CE que está sobreponível á anterior.
Apresentou hipertermia e fez Paracetamol que foi eficaz
Teve visitas que foram orientadas para falar com médico
Mantém NE contínua que tem tolerado, já está no volume alvo
Dreno craneano está funcionante
Algalia permeável com boa resposta ao lasix

(LEVA POUCO MAIS DE 30 SEGUNDOS)

PARTICULARES (NA BOX E SÓ PARA O COLEGA)
Todo o conteúdo passado no geral mas especificando valores e diluições das drogas: Propofol 2% a 15; Remifenta 2mg/50 a 4; Nora 10/50 a 8 ml/h; Amiodarona 300/100 a 30 ml/h
Mostra drenos, tubos...etc..
Para além disso verifica a unidade com o colega que vai receber.







































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segunda-feira, 29 de maio de 2017

CÁBULA DE VALORES HEMATOLÓGICOS





CÁBULA DE VALORES HEMATOLÓGICOS





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domingo, 28 de maio de 2017

INSUFICIENCIA HEPATICA




INSUFICIENCIA HEPATICA... RESUMO


FONTE: Manual Médico da UCI, 2011, CHBA





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sexta-feira, 26 de maio de 2017

SIGLAS DOS MEDICAMENTOS...ALGUNS SIGNIFICADOS




SIGLAS DOS MEDICAMENTOS




Adaptado de: http://farmaceuticodigital.com/2016/06/significado-siglas-medicamentos.html








SIGNIFICADO DAS SIGLAS

Muitas delas são abreviações em inglês de suas ações. Mas também existem algumas em português.
  • AP (Ação Prolongada): Exemplo: Tylenol AP®
  • CD (Controlled Diffusion): controle da liberação do princípio ativo. Exemplo: Angipress CD®
  • CLR (Crono-Liberação Regulada): Exemplo: Biofenac CLR®
  • CR (Controlled Release): Liberação Controlada : Exemplos: Tegretol CR®, Adalat CR®
  • CRT (Controlled Release Tablet): Comprimido de Liberação Controlada
  • DEPOT: Ação Prolongada → uma área do corpo , em que uma substância , por exemplo , uma droga , pode ser acumulado , depositado , ou armazenados e a partir da qual ele pode ser distribuído. Exemplo: Clopixol Depot®
  • DI (Desintegração Instantânea): Exemplo: Biofenac DI®
  • DL: Desagregação Lenta
  • DURILES: Desintegração Equilibrada
  • LA (Long Acting): Ação Longa – Exemplo: Rebaten LA®
  • LP (Liberação Prolongada): Exemplo: Biofenac LP®
  • ODT (Orally Disintegrating Tablet or Orally Dissolving Tablet): Comprimido de Desintegração Oral
  • OROS (Osmotic [Controlled] Release Oral [Delivery] System): Sistema Oral de Liberação Osmótica
  • PLUS: Algo Mais ou Dosagem Mais Forte
  • REPETABS: Tablete Duplo de Repetição
  • RETARD: Ação Retardada
  • SA (Sustained Action): Ação Mantida
  • SL (Sub-Lingual): Feldene SL®
  • SPANDETS: Comprimido Especial de Liberação Controlada
  • SR (Sustained Release – Liberação Sustentada/Prolongada): É um tipo de liberação estendida que permite uma rápida liberação de uma dose ou fração do princípio ativo, seguida de uma liberação gradual da dose restante, por um período de tempo prolongado. Ou seja, ação rápida e duradoura. Exemplos: Voltaren SR®, Indapen SR®.
  • SRO (Sustained Release Oral): Exemplos: Hydergine SRO®, Parlodel SRO®
  • TTS (Transdermal Therapeutic System): Sistema Terapêutico Transdérmico
  • UD (Única Dose): Klaricid® UD (Informação Confirmada pelo Fabricante)
  • XR (eXtended Release – Liberação Estendida) ou XL: A liberação estendida tem como objetivo manter a liberação do fármaco por um período maior de tempo. Neste tipo, a liberação é suficientemente lenta para que seja possível estender o intervalo entre as doses por duas vezes ou mais. Exemplos: Efexor XR®, Cipro XR®, Glifage XR®, Alenthus XR®, Frontal XR®.

SIGLAS QUE NÃO TÊM A VER COM A LIBERAÇÃO MODIFICADO DO FÁRMACO
  • DC (Dor de Cabeça): Tylenol DC®
  • BD (Bis in Die) → É uma abreviação de “bis in die”, que em latim significa duas vezes por dia. Esta sigla também é encontrada em prescrições médicas escrita como “bid” ou “BID” ou “B.I.D.”. Exemplo: Clavulin BD®
SIGLAS QUE DERIVAM DO LATIM

  • q.d. ou QD (quaque die) → Significa uma vez por dia
  • t.i.d. ou TID (ter in die) →Significa três(3) vezes ao dia
  • q.i.d. ou QID (quater in die) → Quatro vezes ao dia





Ligação Referencia
http://farmaceuticodigital.com/2016/06/significado-siglas-medicamentos.html



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segunda-feira, 22 de maio de 2017

SIGLAS E ABREVIATURAS ENCONTRADAS NAS PRESCRIÇÕES MÉDICAS







ALGUMAS SIGLAS E ABREVIATURAS ENCONTRADAS NAS PRESCRIÇÕES MÉDICAS




Adaptado de: http://farmaceuticodigital.com/2016/06/siglas-abreviaturas-prescricoes-medicas.html


  • A/O: Ambos os Olhos ou Ouvidos
  • ACM: A Critério do Médico
  • AMP: Ampola
  • BID: 2 vezes ao dia
  • BPM: Batimentos por Minuto
  • cc: Centímetro Cúbico
  • Ca: Cálcio
  • CAPS: Cápsulas
  • cm: Centímetro
  • cm3: Centímetro Cúbico
  • COL: Colírio
  • COMP ou CP: Comprimidos
  • CPM: Conforme Prescrição Médica
  • CR: Creme
  • D: Dia
  • DRG / DG: Drágea
  • ENV: Envelope
  • EV/IV: Endovenosa/Intravenosa
  • FLAC / FL: Flaconete
  • FR: Frasco
  • g/gr: Grama
  • GT/GTS: Gota/Gotas
  • INJ: Injetável
  • h:  Hora
  • H202: Água Oxigenada
  • ID: Intradérmica
  • IM: Intramuscular
  • IN: Intranasal
  • KCl: Cloreto de Potássio
  • kg: Kilograma
  • KMnO4: Permanganato de Potássio
  • L: Litro
  • µg / mcg: Micrograma
  • mg: Miligrama
  • Mg: Magnésio
  • mL: Mililitro
  • min: Minuto
  • mm: Milímetro
  • MTN: Manhã, Tarde, Noite
  • NaCl: Cloreto de sódio
  • NBZ: Nebulização
  • O2: Oxigênio
  • OD: Olho ou Ouvido Direito
  • OE: Olho ou Ouvido Esquerdo
  • PA: Pressão Arterial
  • POM/PM: Pomada
  • QD: 1 vez ao dia (todos os dias)
  • QID: 4 vezes ao dia
  • q.s.p.: Quantidade Suficiente Para
  • S/N: Se Necessário
  • SC: Subcutânea
  • seg:  Segundo
  • SF: Solução Fisiológica / Soro Fisiológico
  • SG: Solução Glicosada / Soro Glicosado
  • SGF: Soro Glicofisiológico
  • SL: Sublingual
  • Sol: Solução
  • SUP / SP: Supositório
  • SUSP / SS: Suspensão
  • SY: Spray
  • TB: Tubo
  • TD: Transdérmico
  • TID: 3 vezes ao dia
  • TRO: Terapia de Rehidratação Oral
  • U: Unidades
  • U.I.: Unidades Internacionais
  • USO INT: Uso Interno
  • USO EXT: Uso Externo
  • VD: Vidro
  • VOL.: Volume
  • V.O/PO: Via Oral
  • V.R: Via Retal
  • V.V: Via Vaginal
  • XPE/XP: Xarope
Ligação Referencia: http://farmaceuticodigital.com/2016/06/siglas-abreviaturas-prescricoes-medicas.html




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sábado, 20 de maio de 2017

ESCALA DE COMA FOUR






ESCALA DE COMA FOUR








A Escala Four (Full Outline of Unresponsiveness) é uma escala de coma que foi criada pelo Dr. Eelco FM Wijdicks. Essa Escala foi originalmente testada com pacientes de consciência anormal das UTIs do Hospital São Marys da Mayo Clinic, durante um período de 1 ano a partir de 01 de maio de 2007, a 30 de abril de 2008. A finalidade do médico foi criar um sistema capaz de superar as limitações encontradas na Escala de Coma de Glasgow, destacando a incapacidade desta de identificar mudanças sutis na alteração do nível de consciência.

A Escala FOUR é capaz de detectar condições do estado vegetativo que a Escala de Coma de Glasgow não detecta, como a medição de reflexos do tronco cerebral, determinação de abertura dos olhos, espectro de respostas motoras e presença de ritmos anormais de respiração e um estímulo respiratório. A Escala Four não inclui resposta verbal, sendo mais útil para avaliação de pacientes criticamente doentes que foram submetidos a intubação.

A escala FOUR avalia quatro parâmetros: resposta ocular, resposta motora, resposta de tronco e respiração.



Ligação Referencia:

http://ligaparaibanadeneurointensivismo.blogspot.pt/2014/08/a-escala-four-nova-escala-de-coma.html




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quinta-feira, 18 de maio de 2017

DOPAMINA... COMPATIBILIDADES




DOPAMINA... COMPATIBILIDADES




Adaptado de: Guia prático de incompatibilidades entre os principais medicamentos utilizados em UTI do HUJM




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quinta-feira, 11 de maio de 2017

BICARBONATO... COMPATIBILIDADES




BICARBONATO... COMPATIBILIDADES



FONTE: Guia prático de incompatibilidades entre os principais medicamentos utilizados em UTI do HUJM





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quarta-feira, 3 de maio de 2017

VARIZES ESOFÁGICAS... FISIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA




VARIZES ESOFÁGICAS... FISIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA









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DROGAS POR PATOLOGIA





DROGAS POR PATOLOGIA




RETIRADO DE: Saunders Nursing Drug Handbook 2016 (2015)
DESCARREGUE AQUI O PDF
























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